A sua receita é velha ou nova?

As receitas de peixe assado sempre recomendavam que se cortasse a cabeça e o rabo do peixe antes de levar ao forno. E assim foi por anos até que um dia...

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A sua receita é velha ou nova?

As receitas de peixe assado sempre recomendavam que se cortasse a cabeça e o rabo do peixe antes de levar ao forno. E assim foi por anos até que um dia alguém perguntou: “mas por que cortar a cabeça e o rabo”? Sem uma resposta plausível, descobriu-se que antigamente os fornos a lenha eram pequenos, e para caber numa forma pequena cortava-se a cabeça e a cauda do peixe. E assim, a receita foi passando de geração em geração.

Na nossa vida ocorre o mesmo. A educação, o meio social e cultural, costumes e experiências pessoais, vão formando e sedimentando nossas crenças e paradigmas. Vemos as coisas pela nossa ótica, repetimos comportamentos e atitudes e interpretamos os fatos com base no que assumimos como verdade. Tendemos a pensar e agir sempre de forma que as “nossas verdades” e crenças sejam validadas. E ignoramos ou nem percebemos qualquer coisa que não se encaixe perfeitamente nos nossos padrões. É a “nossa receita do peixe assado”.

A repetição dá a segurança do familiar. Ficar na zona de conforto mesmo que os resultados sejam frustrantes, é melhor porque as mudanças, ou assustam, ou no mínimo incomodam. Seguir um padrão é mais fácil. Apenas para uma minoria, sair dos padrões familiares pode ser divertido. Foi alguém desse grupo que questionou a receita do peixe. O fato é que a repetição, embora confortável, sabota a criatividade e a motivação. Do ponto de vista prático, a armadilha está em que até poucos anos atrás, fazer sempre do mesmo, na pior das hipóteses garantiria o mesmo resultado. Atualmente, com o grau de competição e mudança existente, fazer do mesmo resultará em obter cada vez menos.

Que tal questionar a receita? Há algo sinalizando necessidade de mudança, em sua vida, em sua carreira, em sua empresa? Que tal começar reconhecendo que “o autor da peça, o diretor e o protagonista” é você? Em seguida, tomar consciência de que apenas pensamento e vontade, não criam mudança e que para a mudança é essencial a ação? Que tal questionar a “sua receita antiga” e escrever uma nova? O que eu quero? Onde quero chegar? O que quero evitar? O que quero ampliar? Qual o meu legado? O que vou fazer para isso? Quando?

Se precisar de ajuda para “pôr o peixe na forma” você tem meus telefones. Conte comigo !

Ao seu sucesso!

 

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